, SABRI IBRAHIM
, ERWIN HANDOKO
, SONNY GIAT RAJA SARAGIH
, HERICK ALVENUS WILLIM 
DOI: http://dx.doi.org/10.1590/S1808-185120252402292068
RESUMO:
A fusão espinhal frequentemente utiliza enxertos autólogos da crista ilíaca, mas complicações e taxas de não união variando de 5% a 43% aumentam os custos e levam a resultados subótimos. Esta meta-análise avaliou a eficácia do Plasma Rico em Plaquetas (PRP) na melhoria dos resultados da fusão espinhal. Uma busca sistemática foi realizada nas bases PubMed, Cochrane Library, SagePub, Embase, Web of Science, CINAHL, Medline e ScienceDirect. Razões de chances agrupadas (ORs) e diferenças médias ponderadas (WMDs) foram calculadas para avaliar a eficácia do PRP em melhorar as taxas de fusão, reduzir a dor lombar (medida pela escala visual analógica [EVA]) e avaliar eventos adversos. A meta-análise foi realizada usando osoftware Review Manager 5.4. Este estudo está registrado no PROSPERO. Quatro ensaios clínicos randomizados, envolvendo 152 pacientes, foram incluídos. O PRP melhorou significativamente as taxas de fusão óssea (OR de 3,16; IC 95% = 1,49 a 6,72; p = 0,003; I = 11%) e reduziu a dor lombar em 3 e 6 meses após a cirurgia. Aos 3 meses, a EVA mostrou uma diferença média de -0,30 (IC 95%: -0,47 a -0,12; p = 0,001; l = 0%) e, aos 6 meses, -0,57 (IC 95%: -0,75 a -0,40; p < 0,001; I = 0%). Não houve diferença significativa aos 12 e 24 meses após a cirurgia, e nenhum efeito adverso foi relatado. O PRP melhora a fusão óssea e proporciona alívio da dor em curto prazo, sem efeitos adversos. No entanto, seus benefícios diminuem com o tempo, indicando a necessidade de mais pesquisas para avaliar sua eficácia a longo prazo.
ABSTRACT
Spinal fusion relies on autologous iliac crest grafts, but complications and nonunion rates ranging from 5% to 43% increase costs and lead to suboptimal outcomes. This meta-analysis evaluated the efficacy of Platelet-Rich Plasma (PRP) in enhancing spinal fusion outcomes. A systematic literature search was conducted in PubMed, Cochrane Library, SagePub, Embase, Web of Science, CINAHL, Medline, and ScienceDirect. Pooled odds ratios (ORs) or weighted mean differences (WMDs) were calculated to assess PRP’s efficacy in improving fusion rates, reducing back pain (as measured by the visual analog scale [VAS]), and assessing adverse events. Meta-analysis was performed via Review Manager 5.4 software. This study is registered with PROSPERO. Four randomized controlled trials involving 152 patients were included. PRP significantly improved bone fusion rates (OR of 3.16, 95% CI = 1.49 to 6.72, = .003, = 11%) and reduced back pain at 3- and 6-month post-surgery. At 3 months, the VAS score showed a mean difference was -.30 (95% CI: -.47 to -.12; = .001; = 0%), and at 6 months, the mean difference was -.57 (95% CI: -.75 to -.40; < .001; = 0%). No significant difference was observed at 12- and 24-month post-surgery, and no adverse effects were reported. The meta-analysis suggests that PRP improves bone fusion and reduces back pain at 3- and 6-month post-surgery without adverse effects. However, its benefits diminish over time, with no significant impact at 12 and 24 months, necessitating further research to assess long-term efficacy.
Resumen:
La fusión espinal frecuentemente utiliza injertos autólogos de la cresta ilíaca, pero las complicaciones y las tasas de no unión, que oscilan entre el 5% y el 43%, aumentan los costos y conducen a resultados subóptimos. Este meta-análisis evaluó la eficacia del Plasma Rico en Plaquetas (PRP) en mejorar los resultados de la fusión espinal. Se realizó una búsqueda sistemática en PubMed, Cochrane Library, SagePub, Embase, Web of Science, CINAHL, Medline y ScienceDirect. Se calcularon razones de probabilidades agrupadas (ORs) y diferencias de medias ponderadas (WMDs) para evaluar la eficacia del PRP en mejorar las tasas de fusión, reducir el dolor lumbar (medido por la escala visual analógica [EVA]) y evaluar eventos adversos. El meta-análisis se realizó utilizando el software Review Manager 5.4. Este estudio está registrado en PROSPERO. Se incluyeron cuatro ensayos controlados aleatorizados con 152 pacientes. El PRP mejoró significativamente las tasas de fusión ósea (OR de 3,16; IC 95% = 1,49 a 6,72; p = 0,003; I = 11%) y redujo el dolor lumbar a los 3 y 6 meses después de la cirugía. A los 3 meses, la EVA mostró una diferencia media de -0,30 (IC 95%: -0,47 a -0,12; p = 0,001; I = 0%) y, a los 6 meses, -0,57 (IC 95%: -0,75 a -0,40; p < 0,001; l = 0%). No se observaron diferencias significativas a los 12 y 24 meses después de la cirugía, y no se reportaron efectos adversos. El PRP mejora la fusión ósea y proporciona alivio del dolor a corto plazo sin efectos adversos. Sin embargo, sus beneficios disminuyen con el tiempo, lo que resalta la necesidad de más estudios para evaluar su eficacia a largo plazo.