, ANDRÉ LUIS SEBBEN
, ÁLYNSON LAROCCA KULCHESKI
, PEDRO GREIN DEL SANTORO
, FELIPE DE NEGREIROS NANNI
, MARCEL LUIZ BENATO
, XAVIER SOLER I GRAELLS 
RESUMO
Objetivo:
Avaliar os efeitos clínicos, os resultados radiográficos e as complicações da
fusão intersomática lateral oblíqua combinada à fixação anterolateral com
parafusos e hastes unilaterais em pacientes com doença degenerativa do disco
lombar.
Métodos:
Foram analisados 14 prontuários médicos, com comparação entre radiografias
pré e pós-operatórias ao longo de 12 meses de acompanhamento. Incluíram-se
pacientes com doença degenerativa lombar, estenose foraminal, estenose do
canal central, espondilolistese degenerativa graus I ou II e/ou degeneração
de níveis adjacentes, submetidos à intervenção em um ou dois níveis após
falha do tratamento conservador por pelo menos três meses. Excluíram-se
casos de infecção da coluna, trauma, malignidade local, patologias
específicas em L5-S1 e perda de seguimento pós-operatório. A dor lombar e
dos membros inferiores foi avaliada pela Escala Visual Analógica (EVA), e a
funcionalidade lombar pelo Oswestry Disability Index (ODI). A análise
radiográfica foi feita no Surgimap®, avaliando ângulo de Cobb, consolidação
óssea, posicionamento do cage, além de migração e subsidência.
Resultados:
Houve melhora significativa nos escores de EVA e ODI após a cirurgia
(p<0,001). A descompressão indireta foi eficaz em todos os níveis
operados. Observou-se aumento da lordose, com alteração significativa no
ângulo de Cobb lombar (p<0,001), e taxa de consolidação de 81,4%.
Osteólise e subsidência ocorreram em 14,3% dos casos, sobretudo em pacientes
idosos.
Conclusão:
O procedimento promoveu melhora clínica e funcional em mais de 80% dos
pacientes, fusão óssea em 81,4% dos casos e aumento de 4,4 graus na lordose
lombar, sendo osteólise e subsidência do cage mais frequentes, especialmente
em indivíduos acima de 63 anos. Nível de evidência II; Estudo
retrospectivo.
ABSTRACT
Objective:
To evaluate the clinical effects, radiographic outcomes, and complications of
oblique lateral interbody fusion combined with anterolateral fixation using
unilateral screws and rods in patients with degenerative lumbar disc
disease.
Methods:
Fourteen medical records were analyzed, with comparison of preoperative and
postoperative radiographs over a 12-month follow-up period. Patients with
degenerative lumbar disease, foraminal stenosis, central canal stenosis,
grade I or II degenerative spondylolisthesis, and/or adjacent segment
degeneration were included, provided they underwent oneor two-level
intervention after failure of conservative treatment for at least three
months. Cases of spinal infection, trauma, local malignancy, specific L5-S1
pathologies, and loss to postoperative follow-up were excluded. Low back and
lower limb pain were assessed using the Visual Analog Scale (VAS), and
lumbar function was evaluated with the Oswestry Disability Index (ODI).
Radiographic analysis was performed using Surgimap®, assessing the Cobb
angle, bone fusion, cage positioning, as well as migration and
subsidence.
Results:
Significant improvement in VAS and ODI scores was observed after surgery
(p<0.001). Indirect decompression was effective at all operated levels.
An increase in lordosis was noted, with significant change in the lumbar
Cobb angle (p<0.001), and the fusion rate was 81.4%. Osteolysis and
subsidence occurred in 14.3% of cases, particularly in older patients.
Conclusion:
The procedure promoted clinical and functional improvement in more than 80%
of patients, bone fusion in 81.4% of cases, and a 4.4-degree increase in
lumbar lordosis, with osteolysis and cage subsidence being more frequent,
especially in individuals older than 63 years.
Resumen
Objetivo:
Evaluar los efectos clínicos, los resultados radiográficos y las
complicaciones de la fusión intersomática lateral oblicua combinada con
fijación anterolateral mediante tornillos y barras unilaterales en pacientes
con enfermedad degenerativa del disco lumbar.
Métodos:
Se analizaron 14 historias clínicas, con comparación entre radiografías
preoperatorias y postoperatorias durante 12 meses de seguimiento. Se
incluyeron pacientes con enfermedad degenerativa lumbar, estenosis
foraminal, estenosis del canal central, espondilolistesis degenerativa de
grados I o II y/o degeneración de segmentos adyacentes, sometidos a
intervención en uno o dos niveles tras el fracaso del tratamiento
conservador durante al menos tres meses. Se excluyeron casos de infección de
la columna, trauma, malignidad local, patologías específicas en L5-S1 y
pérdida de seguimiento postoperatorio. El dolor lumbar y de los miembros
inferiores se evaluó mediante la Escala Visual Analógica (EVA), y la
funcionalidad lumbar mediante el Oswestry Disability Index (ODI). El
análisis radiográfico se realizó con Surgimap®, evaluando el ángulo de Cobb,
la consolidación ósea, la posición del cage, además de migración y
subsidencia.
Resultados:
Se observó una mejoría significativa en las puntuaciones de EVA y ODI después
de la cirugía (p<0,001). La descompresión indirecta fue eficaz en todos
los niveles operados. Se observó un aumento de la lordosis, con cambio
significativo en el ángulo de Cobb lumbar (p<0,001), y una tasa de
consolidación del 81,4%. La osteólisis y la subsidencia ocurrieron en el
14,3% de los casos, sobre todo en pacientes de edad avanzada.
Conclusión:
El procedimiento promovió mejoría clínica y funcional en más del 80% de los
pacientes, fusión ósea en el 81,4% de los casos y un aumento de 4,4 grados
en la lordosis lumbar, siendo la osteólisis y la subsidencia del cage más
frecuentes, especialmente en individuos mayores de 63 años. Nivel de
evidencia II; Estudio retrospectivo.